A espera acabou! Resident Evil Requiem finalmente chega aos jogadores nesta semana, prometendo resgatar a verdadeira essência do terror de sobrevivência que consagrou a franquia. Se você está na dúvida se já garante a sua cópia ou espera uma promoção, nós preparamos um guia completo com tudo o que você precisa saber antes de abrir a carteira.
Quando lança e onde jogar?
Para quem joga no PC, a caçada aos zumbis começa um pouco mais cedo. Na Steam, o jogo será liberado já nesta quinta-feira, 26 de fevereiro.
Já a galera dos consoles vai precisar segurar a ansiedade por mais 24 horas. O lançamento oficial para PlayStation 5, Xbox Series X/S e para o novo Nintendo Switch 2 acontece na sexta-feira, 27 de fevereiro.
Qual edição comprar? (E quanto vai custar)
Como já é tradição nos grandes lançamentos da Capcom, o jogo chega com algumas opções de pacotes. Se o seu orçamento está apertado, a Edição Standard traz apenas o jogo base, o que já é mais do que suficiente para tomar uns bons sustos.
Para os colecionadores e fãs mais fervorosos, a Edição Deluxe costuma incluir skins exclusivas para os personagens, armas extras para o início da campanha e a trilha sonora digital. Dica de ouro: se for comprar no PC, vale a pena dar uma olhada se a sua loja de preferência está oferecendo algum desconto de pré-venda de última hora!
Prepare o seu PC
O jogo promete gráficos de cair o queixo, o que significa que máquinas mais antigas podem suar um pouco. Embora a Capcom tenha otimizado bem a RE Engine nos últimos anos, prepare-se para precisar de um bom espaço no SSD e uma placa de vídeo dedicada razoável para rodar a transição entre as câmeras de primeira e terceira pessoa sem engasgos na hora do desespero.
Mas afinal, vale o hype?
Tudo indica que sim. As primeiras impressões e o material de divulgação mostram que a Capcom ouviu os fãs. Os grandes atrativos deste novo capítulo são:
De volta para casa: O retorno à icônica Raccoon City tem um peso nostálgico gigante.
Dupla de peso: Poder jogar com o veterano Leon S. Kennedy e a nova agente do FBI, Grace Ashcroft, promete dinâmicas interessantes para a investigação das mortes misteriosas.
Terror raiz: O foco na escassez de munição e no terror psicológico mostra que a fase de focar apenas em tiroteio e ação desenfreada ficou para trás. O recurso de alternar livremente entre a visão em primeira e terceira pessoa também promete deixar a imersão muito mais tensa.
E aí, vai encarar o retorno a Raccoon City logo no lançamento ou vai esperar as primeiras análises completas?